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Óculos do Google?

No último mês  saiu no New York Times que o gigante da internet estaria desenvolvendo um óculos. Sim um óculos.

Antes de escrever detalhes sobre as funções do óculos já vale o exercício de imaginção. Só de saber que o Google está desenvolvendo um artigo deste já vem a cabeça milhares de funções que ele poderia ter. Ignorando as reais possibilidades já imagino um óculos parecido com o que vimos em filmes, como por exemplo o do Robocop (que na verdade não é bem um óculos), que possibilita o reconhecimento de face, obtenção de informações sobre pessoas e lugares, traçar rotas dentre outras coisas.

Pensando que a empresa já possui o Maps, Picasa e Street View, podemos pensar que não seja tão impossivel assim agregar essas funcionalidades ao produto.

O Maps com o Street View já são capazes de traçar rotas e identificar localizações, basta unir as peças e pronto! Fácil né?

O Picasa já faz reconhecimento de face, assim quando você conhecer uma pessoa, basta gravar seu rosto e incluir informações como nome, telefone e etc., acabando com a chance de esquecer o nome de alguém, não seria sensacional?

Apenas com 3 dos programas do Google já podemos imaginar algumas coisas, aposto que muitos estão curiosos, como eu, pelo lançamento.

O que foi divulgado:

Segundo o NYT o equipamento poderá se conectar a internet por wi-fi, conexões 3G e 4G, virá com GPS e uma câmera de baixa resolução. Recursos como o Google Latitude que informa a posição geográfica, Google Googgles que pesquisa imagens e Google Maps estarão presentes pelo envio de dados à nuvem. O valor seria o de um smart phone, algo em entre US$200 a US$600 e teria como base o Android. A tela seria de LCD ou AMOLED e teria controle por movimento para frente e para tras com a cabeça, por meio de um sensor de movimento.

O blog 9 to 5  publicou rumores dizendo que o equipamento permitirá a visualização de realidade aumentada em uma das lentes, função controlada por movimento ou sistema de voz. A publicação também estima que o aparato deva ter 1GHz ARM A8, 256MB RAM e 8GB de memória.

O equipamento está sendo testado, e se o consumidor aprovar será lançado.

E você, já teve suas imaginações com o Óculos do Google? 

Já somos um Cyborg?


Muito já se discutiu da existência de robôs no nosso cotidiano, como maquinas ajudando nas tarefas da casa, varrendo o chão e arrumando nossa cama. Acredito que minha avó quando viu a maquina de lavar substituindo o tanquinho já achou que isso era um sinal que cada vez menos faríamos tais tarefas. Com o tempo mais invenções surgiram, hoje as maquinas fazem praticamente todo o trabalho físico, e nós não precisamos usar nossa força pra nada. Com esse auxílio sobrou mais tempo para nos preocuparmos com o que exige raciocínio, lógica, pensamento.

Não acredito que um dia o mundo será repleto de robôs, que não precisaremos fazer mais nada, mas acredito que nós nos transformaremos em cyborgs. Isso, cyborgs!

Definição: Um Cyborg é um organismo cibernético, isto é, um organismo dotado de partes orgânicas e mecânicas, geralmente com a finalidade de melhorar suas capacidades utilizando tecnologia artificial.

Hoje já é possível vermos diversas pessoas com partes mecânicas auxiliando movimentos perdidos pelo corpo, como a mão biônica (que apareceu em diversas noticias recentemente) ou como o “olho de câmera” do documentarista canadense Rob Spence. Estes pequenos exemplos já mostram que estamos nos tornando cyborgs, mas não quero me atentar a está parte onde a tecnologia é usada para recuperar funções que o ser humano é capaz.

Quando digo que estamos, ou iremos nos transformar em cyborgs, digo em relação às tarefas que exigem raciocínio, pensamento, lógica, e não para substituir perdas de movimentos ou esforço físico.

Por exemplo, imagine se inserirmos um sistema no nosso corpo que é capaz de fazer anotações, desvendar cálculos absurdos facilmente, nos lembrar de tarefas importantes, sanar nossas dúvidas sobre alguma questão e até traduzir conversar simultaneamente… Parece absurdo? Não lógico que não. Os smartphones já fazem isso, e apesar de não ser uma parte do nosso corpo, estão presentes o tempo todo com as pessoas, e cada vez com mais pessoas.

Segundo uma pesquisa do Google em parceria com a Ipsos OTX 39% dos proprietários de smartphones não largam seu dispositivo nem para ir ao banheiro. E esse número tende a crescer, segundo a Amcham em uma pesquisa feita pelas consultorias GFK e Androlib, as vendas de smartphones no Brasil saltaram de 193 mil unidades em março de 2010 para 528 mil em março do ano seguinte. Ou seja, estes aparelhos estarão cada vez mais presentes no dia-a-dia dos humanos, que cada vez mais terão uma parte do corpo mecânica.

Quando você vai fazer uma conta, faz de cabeça ou usa a calculadora do seu aparelho? Já vi pessoas usando a calculadora para fazer contas ridículas! Quantos números de telefone você sabe de cabeça? Aposto que poucos, pois você já possui uma parte do seu corpo responsável por isso.

Como o celular está o tempo todo com as pessoas, é mais fácil recorrer a ele para solucionar um problema, não precisamos mais decorar milhões de coisas, temos um sistema pra isso.

Há até um nome dado as pessoas viciadas em celulares, são pessoas que possuem nanofobia, ou seja, pessoas que sofrem de fobia ou angustia quando estão impossibilitadas de se comunicar estando em algum lugar sem seu aparelho.

E você, acha que os smarphones já fazem parte do nosso corpo?

 

 
 

Tecnohoolic

- Alô, aqui é da MaxTec. Liguei, pois tive uma idéia para a Campanha.

- Olá seu Roberto, que legal. O que o senhor pensou?

- Viu o vídeo que te mandei por e-mail (vídeo acima), então quero que faça uma aplicação para isso!

- Vi seu Roberto, realmente é uma ferramenta e tanto, podemos desenvolver um aplicativo muito interessante para você…

- Isso mesmo que eu quero, quero ver minha marca presente em tudo quanto é tecnologia.

- Tudo bem, vamos trabalhar nisso, dentro de algumas semanas conversamos para eu te apresentar o projeto.

- Certo, não vejo a hora.

[ 3 semanas depois ]

- Bom seu Roberto, como eu estava te dizendo, pensamos em algo para valorizar a marca e atrair novos consumidores. Com esse aplicativo sua marca estará na mão de todos…

- Vamos, quero ver logo como ficou.

- Então funciona assim. O usuário pode conhecer todas as especificações do produto, além de um especialista dar dicas diárias sobre o que ele pode fazer. A cada cidade que ele for irá avisar sobre os melhores pontos, incluindo preços atualizados, além de dar descontos em alguns estabelecimentos parceiros…

- Hmmm bom…

- Ainda há a opção de traçar rotas, alertas, bips, projeta holograma, tem sensor por movimento, emite cheiro…

- Entendi, entendi… Até agora está tudo lindo, mas O QUE VOCÊS PENSARAM COM O VELCRO?

Nova Vizinhança

- Olá Carlos, Tudo bem?

- Tudo sim Marcos. Como vai a família?

- Tudo certo também. O Pedrinho agora não larga o futebol, joga o tempo todo. Agora aliás, está jogando com seu filho. Ele diz que seu menino é muito bom.

- A ele é sim, mas também não para um minuto, as vezes ele termina de almoçar e já começa a jogar outra vez. Algumas vezes eu vejo ele jogar, realmente ele faz cada golaço. Mas e a Julia, está tudo bem com ela?

- Está sim, mas desde quando sua filha convidou ela para brincar de restaurante elas não param de fazer comidinhas, passam o dia todo fazendo a mesma coisa, não querem mais estudar.

- A é verdade, aqui é a mesma coisa. A Marta estava até estressada por conta disso, mas depois que ela fez uma hortinha está numa paz… é o dia todo cuidando das plantinhas.

- Nossa a Cláudia já teve uma, ela gostava bastante, mas uma vez apodreceu tudo e ela se revoltou, nunca mais quis uma. 

- A mais do jeito que a Marta gosta daquilo acho difícil ela parar tão cedo viu. E olha que ela ainda arrumou um cachorro, agora o tempo dela fica dividido entre a hortinha e o cachorro.

- É Marcos, é assim mesmo. A Cláudia também inventa uma mania atrás da outra, mas eu também gosto de aproveitar meu tempo livre batendo papo com os amigos.

- Carlos, um minuto. Está tocando a campanhia aqui, estranho não lembro de ter pedido nada. Vou ver quem é.

- Olá, boa noite.

- Boa noite, o que deseja?

- Meu nome é Rogério, sou seu vizinho. Só queria avisar que você esqueceu o farol do carro aceso, fiquei com medo que acabasse a bateria.

- Nossa, muito obrigado. Prazer meu nome é Marcos. Faz tempo que você mora aqui?

- Já faz uns 4 anos.

- Nossa é bastante. Mas muito obrigado viu.

- Voltei Carlos. Era meu vizinho, parece ser legal. Mas agora vou ter que desligar o computador, preciso tirar o Juninho do Video Game e a Pati do Facebook, se não varam a noite jogando futebol e fazendo comidinhas.

- Verdade Marcos, vou terminar uns downloads e em seguida desligo também. Boa noite.